As áreas mais pobres das metrópoles têm várias coisas em comum: altos índices de poluição ambiental, pequeno número de áreas de lazer para crianças e poucas árvores. Pesquisadores da Universidade de Columbia observaram que a diferença da incidência de asma nas crianças também era desproporcional entre as áreas pobres e ricas da cidade de Nova York.Utilizando dados do planejamento urbano que incluem os projetos de arborização com a contagem das árvores nas ruas foi possível realizar uma correlação interessante. Os casos de asma e as internações hospitalares por problemas respiratórios eram diretamente relacionados à densidade de árvores nas ruas e bairros.
A presença de árvores nas ruas de uma determinada vizinhança estava associada com 24% menos casos de asma e também menos internações porém com uma diminuição menor, cerca de 17%. Os médicos não conseguem através dos dados disponíveis distinguir qual componente relacionado às árvores é responsável pela prevenção da asma.
Existem algumas hipóteses: as crianças em áreas arborizadas brincam mais ao ar livre, o que melhora sua função pulmonar. A presença das árvores por si só diminui a poluição ambiental. Independente de qual fator seja o mais importante, estudos como esse provam que o cuidado ambiental, tão em moda no dias de hoje, não é só um modismo, tem real impacto na qualidade de vida dessa e das futuras gerações. Os cientistas de Nova York planejam manter a observação durante os próximos anos em paralelo ao projeto de arborização que está em curso na cidade.



Quando os corretores da bolsa têm um elevado nível de testosterona, principal hormônio sexual masculino, têm mais tendência a assumir riscos e obtêm maiores ganhos, revelaram o estudo divulgado nos Anais da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos (PNAS) de 14 de abril. Esta pesquisa permite também explicar decisões irracionais responsáveis por bolhas especulativas e 'cracks' na bolsa, segundo estes pesquisadores da Universidade de Cambridge.
A terapia com células-tronco obtidas a partir de células da pele reduziu consideravelmente os sintomas do mal de Parkinson em ratos, de acordo com estudos publicados nesta segunda-feira nos Estados Unidos.
